ENFERMEIRA QUE QUEBROU OS OSSOS DE 9 BEBÊS PREMATUROS RECEBE APENAS 3 ANOS DE PRISÃO

06/10/2026

08:45:02 AM

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Um caso que chocou os Estados Unidos voltou a ganhar repercussão após a sentença de uma ex-enfermeira acusada de ferir repetidamente bebês internados em uma UTI neonatal.

A condenada é Erin Strotman, de 27 anos, ex-funcionária do Hospital Henrico Doctors’, localizado no Condado de Henrico, no estado da Virgínia.

No dia 6 de junho de 2026, Erin foi sentenciada após aceitar um acordo judicial envolvendo nove acusações de violência infantil relacionadas a bebês prematuros sob seus cuidados.

As investigações apontam que os casos aconteceram entre 2022 e 2024.

Durante esse período, diversos recém-nascidos internados na unidade neonatal começaram a apresentar fraturas inexplicáveis.

Os ferimentos atingiam principalmente braços, pernas e outras partes do corpo.

Inicialmente, os casos pareciam isolados. Mas tudo mudou em novembro de 2024.

Naquele mês, três bebês diferentes foram encontrados com fraturas sem explicação médica aparente.

A situação levou o hospital a revisar registros antigos. Foi então que os investigadores perceberam que havia outros casos semelhantes registrados desde 2023.

Ao todo, nove bebês foram identificados como vítimas.

Segundo documentos apresentados durante as investigações, alguns recém-nascidos teriam sofrido lesões após serem submetidos a força excessiva durante o manuseio.

Os registros citam pressão intensa aplicada sobre pernas e abdômen, além de outros procedimentos considerados incompatíveis com os protocolos médicos.

Um dos detalhes que mais chamou atenção foi a existência de imagens de vigilância analisadas durante a investigação.

Segundo as autoridades, uma gravação mostraria Erin manipulando de forma extremamente inadequada um bebê de apenas cinco meses internado na unidade.

Outro fato que chamou atenção dos investigadores foi que, após Erin ser colocada em licença administrativa, os casos de fraturas inexplicáveis na UTI neonatal deixaram de acontecer.

Apesar da gravidade das acusações, o desfecho judicial gerou indignação em parte da população.

Originalmente, cada acusação poderia resultar em até cinco anos de prisão.

Somadas, as penas poderiam chegar a 45 anos.

No entanto, um acordo firmado entre a defesa e a promotoria reduziu significativamente as consequências penais.

O juiz chegou a aplicar uma sentença total de 45 anos. Mas suspendeu 42 deles.

Na prática, Erin Strotman cumprirá apenas três anos de prisão efetiva.

Além disso, ela ficará sujeita a condições determinadas pela Justiça após o cumprimento da pena.

A decisão provocou forte repercussão nas redes sociais e entre familiares de algumas das vítimas, que consideraram a punição extremamente branda diante da quantidade de bebês envolvidos.

O caso continua sendo lembrado como um dos mais chocantes já registrados em uma unidade neonatal da Virgínia.

Nove bebês prematuros ficaram feridos.

E a mulher apontada pelas autoridades como responsável por essas agressões recebeu apenas três anos de prisão.


Emanuelle - Crimes & Notícias

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